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22 de outubro de 2008

Mais uma vez

Mais uma vez estou vindo dar satisfação pela minha ausência. Acho horrível entrar em blogs onde há uma seqüência de pedidos de desculpas e cá estou, fazendo o mesmo. Dessa vez não vou me justificar.

Adoro receber comentários e acredito que tudo na vida é uma troca. Como esperar participação de leitores se eu mesma não colaboro com meu blog? Considero até mesmo uma falta de respeito criar um blog, um vínculo com vocês e depois desaparecer por um tempão.

Li todos os recados com carinho e voltarei, sim. Farei mais pesquisas, trarei matérias interessantes e material novo. Só peço um pouco de paciência, pois disciplina não é uma das minhas qualidades mais marcantes. =]

Bjs para todos.

Cris Bispo ^^

12 de outubro de 2008

Banner do Encontro

Fiz um banner animado para divulgar o 18º Encontro Nacional de Gestação e Parto Natural Conscientes. Sintam-se à vontade para usá-lo.



Lembrem-se de linká-lo ao site do evento.
http://www.partonatural.com.br

7 de outubro de 2008

Twitter

Mesmo que você não use o serviço do site Twitter, tenho certeza de que já ouviu falar. Pela internet jé é possível ler o verbo twittar em suas variadas conjugações. *rsrsrs*

O que quero contar é que estou usando o Twitter para manter minhas leitoras atualizadas sobre o que estou falando aqui no blog e conto também sobre os meus passos como futura tentante. Se você já usa ou se resolver usar, me adiciona ("follow cbispo").






Palestras Gratuitas no Institituto Aurora

Oups! Esqueci de passar para as minhas leitoras cariocas uma informação muito útil.

Muitas pessoas - e acho que do Brasil todo - já ouviram falar ou leram pela internet sobre Fadynha que há 30 anos trabalha com yoga para gestantes, Shantala para bebês, é doula, promove o Encontro de Gestação e Parto Natural Conscientes anualmente (o próximo será de 14 a 16/nov) e está à frente do Instituto Aurora de Yoga e Terapias.

Depois eu contarei um pouco mais sobre essa figura conhecida e atuante do movimento pela humanização do parto que começou há décadas atrás. No momento, quero apenas informar que o Instituto Aurora oferece, a cada 15 dias, uma palestra gratuita importante para as futuras mamães.

A próxima palestra será hoje:
"O pediatra e a família no nascimento do bebê"
Palestrante: Dra. Maria Martha Duque Moura
(Pediatra Neonatologista e Homeopata)
Horário: 20h
Local: Praia do Flamengo, 66 sala 916 - Bl. B
Rio de Janeiro - RJ
Telefone: (21) 2205-1570 / 2556-2455

!!! Fadynha pede que confirmem presença, pois a turma é limitada !!!

No site do Instituto Aurora há outras palestras confirmadas:
Elas costumam ocorrer às 20h.
Dia 23/out
"A consciência do início da vida"
Palestrante: Dra. Eleonor M. Luzes
(Psicanalista e pesquisadora)


Dia 04/nov
"Partos: mitos e medos"
Palestrante: Dr. Marcos Augusto B. Dias
(Obstetra Humanista da Rehuna)

Dia 18/nov
"As alterações normais do recém-nascido"
Palestrante: Dra. Kátia Burigo
(Pediatra Homeopata Humanista)

Acho um espaço legal para as futuras mamães não só aprenderem um monte de coisas, como para elas se conhecerem e "trocarem figurinhas", como diz minha mãe.

Se você for, conte para gente. Quem sabe não nos encontramos por lá?!

3 de outubro de 2008

Um anjinho chamado Ana Clara

Estava vagando pelo Blogblogs, procurando por sites que falassem sobre gestantes e maternidade e eis que esbarro com o blog Mãe e muito mais. Entro despretensiosamente e encontro a foto de uma bela anjinha chamada Ana Clara, que deve estar com uns 6 meses nessa foto (se calculei certinho).

A foto ficou tão artística! Amei! Não teve como resistir em colocar uma cópia aqui.




"O tecido da minha saia sustenta o desejo dela de levantar-se e, ao mesmo tempo, é de onde ela precisa se soltar, alçar voô, desprender-se. A saia, que antes era só minha, agora, é céu que se abre, é sombra que acolhe..."
mamãe de Ana Clara



Estou pensando em montar um álbum com fotos das barriguinhas e bebês das minhas leitoras, mas vou precisar de material. São poucas leitoras que tenho hoje, mas tenho fé de que o número vai aumentar. Vou maturar essa idéia.

Pai é pai

Encontrei uma coluna nova na Folha Online que me parece ser bem interessante. Só há 3 posts no momento.


Escrita por Luiz Rivoiro, 40, pai de João, 6, e de Pedro, 2. Jornalista, trabalhou na "Folha de S.Paulo" por 14 anos. É editor da revista "Playboy" e autor do livro "Pai É Pai - Diário de um Aprendiz".

Achei legal termos a perspectiva do homem. Tão raro encontrar. Vocês conhecem algum blog legal escrito por algum papai?

2 de outubro de 2008

Mãe em tempo integral


Já há algum tempo eu venho pensado num assunto que me incomoda: as mulheres conquistaram o direito à trabalhar fora e ter independência, mas estão perdendo o direito de ser mãe.

Em um primeiro momento, pois a ciência trata o parto como um procedimento médico, quando ele é algo tão natural e íntimo quanto o momento da concepção. Depois falarei mais sobre isso.

E em um segundo momento, quando a mulher se vê obrigada a largar o filho na creche, nas mãos de babás ou, quando tem sorte, nas mãos de parentes. Sim, ela precisa voltar ao trabalho e a sociedade não admite outra opção.

Esbarrei no blog de Vanessa Rosa, Curitiba, e encontrei uma declarada demonstração de amor.

"... percebo como é difícil para as mães a volta ao trabalho após a licença maternidade. Depois de passar alguns meses no aconchego com o bebê, sentindo aquele cheirinho gostoso, amamentando e ninando realmente é difícil ser racional neste momento.

Toda mãe quer o melhor para seu filho, mas este melhor é muito subjetivo, portanto cada uma decide do seu jeito (...).

Um dia eu também tive que fazer esta escolha, (...) Foi justamente nesta época, que aconteceu há pouco mais de 6 anos atrás, que eu e meu então noivo decidimos que quando tivéssemos filhos eu deixaria de trabalhar por um período indeterminado para educar nossos filhos pessoalmente.

Esta decisão não foi movida por um mero capricho ou vaidade, mas por acreditarmos que dificilmente alguém se comprometeria tanto quanto um de nós para educar nossos filhos. Em nossa maneira de ver nossos filhos seriam nossas prioridades e portanto deveríamos dedicar a eles nosso tempo em quantidade e em qualidade, principalmente nos primeiros anos de vida.
(...)

Graças a Deus este plano se concretizou. Abrimos mão da possibilidade de ter uma vida mais confortável, assumi sozinha as tarefas domésticas em prol de dar a nossa filha e ao (s) nosso (s) próximo (s) filho (s) uma educação dentro dos nossos princípios e valores e o meu tempo em período integral.

É extremamente gratificante acompanhar minha filha em cada fase de desenvolvimento. Ela está com 11 meses e está treinando muito para dar seus primeiros passinhos. Como todo bebê nesta fase ela fica em pé e se apóia nos móveis de casa, mas sente-se insegura para sentar de novo e eu estou lá para dar o apoio de que ela precisa. Ganho cada sorriso gostoso quando vou em direção a ela para ajudá-la!

Pude amamentar exclusivamente até o 6º mês de vida dela. Depois, introduzi a alimentação que faço com o maior carinho do mundo e continuo amamentando sem prazo para desmame. Isto não tem preço. Eu me sinto totalmente realizada.

Quando meu esposo chega minha pequena engatinha com a maior agilidade para o colo do pai. Ele junta-se a nossa gostosa bagunça e nos curtimos até a hora de dormir.

Muitas pessoas já me disseram que acham tudo isto desnecessário, outras já me julgaram pela forma como alimento minha filha (...) e também já recebi muita crítica e palpite não solicitado sobre quando devo desmamá-la, sobre introdução de leite de vaca, de pessoas que parecem insistentemente querer demonstrar indiretamente que sabem mais do que eu sobre a criação da minha filha, entre tantas outras pressões sociais.

Ser mãe em tempo integral é um trabalho silencioso, que muitas vezes não conta nem com a compreensão, admiração e valorização da sociedade. Mas, mesmo assim é recompensador e sei que os frutos serão colhidos no tempo certo.

Por fim, quero dizer que entendo que muitas mães precisam trabalhar pela necessidade financeira, para se sentir completa e realizada e por tantos outros motivos. Estas mães certamente também dão o melhor de si para seus filhos (...)"
Leia o texto na íntegra

Apesar de toda essa pressão da sociedade, o mais importante é ter o apoio do pai; isso é fundamental. E, hoje em dia, com tantas opções de trabalho em casa, freelancer, autônomo... a mulher pode continuar economicamente ativa sem deixar de lado a família.

E você? Qual foi/será sua escolha? É o que o seu coração quer ou está cedendo à pressão da sociedade?

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